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Glicemia

O que é Glicemia?

 

Glicemia é o nome dado à quantidade de glicose existente no sangue. Esse resultado está relacionado à insulina produzida pelo pâncreas e à quantidade de carboidratos ingeridos ao longo do dia.

 

Dessa forma, o alto consumo de carboidratos provoca a elevação da glicemia. Em pessoas saudáveis, o pâncreas compensa o excesso produzindo mais insulina para que a glicose seja absorvida pelas células. Quando o pâncreas não consegue aumentar a produção de insulina, temos um quadro de diabetes.

 

O excesso de glicose no sangue é a chamada hiperglicemia, ou seja, o corpo não produz insulina suficiente para que a glicose entre nas células. O oposto, ou seja, quando há baixo consumo de carboidratos em relação à insulina circulante, provoca a hipoglicemia, que é a falta de glicose no sangue.

 

Para monitorar esses números, o exame recomendado é a glicemia em jejum, cujo resultado pode variar segundo os critérios abaixo:

 

  • Normal: Abaixo de 100 mg/dL
  • Intolerância à glicose: jejum de 100 a 125 mg/dL; 2 horas após 75g de glicose: de 140 a 199 mg/dL
  • Diabetes mellitus: jejum maior que 126 mg/dL; 2 horas após 75g de glicose: maior que 200 mg/dL

 

Em resumo, para manter a taxa ideal de glicose no organismo, é preciso equilibrar a quantidade de carboidratos ingeridos em relação à insulina que o pâncreas produz. Neste site, o portador de diabetes encontra tudo o que precisa saber para levar uma vida saudável. Caso haja qualquer dúvida, sempre consulte seu médico.


Causas

O nome hiperglicemia define o excesso de glicose no sangue. Resultados acima de 160 mg/dL já caracterizam um quadro de hiperglicemia. Ocorre geralmente quando o tratamento com insulina ou medicamentos não é suficiente para controlar o diabetes. Entre as causas da hiperglicemia, podemos citar:

 

- administração de medicamento ou insulina em doses insuficientes

- abusos alimentares (doces, álcool, carboidratos)

- medicação inadequada

- gripe e infecções em geral

 

Nos portadores de diabetes, a glicose do sangue não é aproveitada de maneira correta pelas células, seja por falta de insulina ou por algum impedimento da célula, que não recebe glicose suficiente.

 

Sintomas

O portador de diabetes pode identificar facilmente os sintomas de hiperglicemia, tais como:

 

- sede acima do normal e desidratação

- excesso de urina

- fraqueza e tontura

- respiração acelerada

- faces avermelhadas

- dores abdominais

 

CETONAS

Um sinal de alerta

Quando há hipoglicemia, a glicose no sangue aumenta e não passa para as células, então o corpo passa a consumir gordura para obter energia, produzindo cetonas e intoxicando o sangue.  É fundamental testar o nível de cetonas se a glicose no sangue estiver acima de 240 mg/dL durante alguns dias. Os sintomas são os mesmos da hiperglicemia, mas também pode ocorrer hálito cetônico (maçã podre) e emagrecimento.

 

Nesses casos, a presença de cetonas pode levar o paciente ao coma, o que exige tratamento hospitalar para hidratação, reposição de eletrólitos e estabilização da glicemia.

 

Causas da Cetoacidose 
A cetoacidose é causada pela falta de insulina e o aumento de hormônios contra reguladores como glucagon, adrenalina, hormônio do crescimento e cortisona. Esses hormônios aumentam em situações de estresse emocional e doenças agudas como as infecciosas, desde gripe até as mais graves. Assim, o portador que usa insulina pode necessitar de uma dose extra para compensar o aumento dos hormônios de efeito contrário à insulina.

 

Destas causas, as mais importantes são aquelas que resultam de processos infecciosos, exigindo atenção redobrada de médico e paciente. A automonitorização da glicemia e cetonas com uso de fitas e glicosímetros permite avaliação mais precisa da necessidade de insulina, ajudando a evitar a cetoacidose e o diagnóstico da presença de cetonas.

 

Alguns pacientes apresentam dificuldade para avaliação de cetonas pela urina, tais como pessoas com desidratação ou problemas renais, bebês, idosos e portadores de bexiga neurogênica. Nesses casos, é mais seguro avaliar as cetonas e a glicose em um mesmo equipamento.


Estágios

 

É o estado de baixa glicose no sangue, em níveis inferiores a 70 mg/dL. Os sintomas variam de acordo com a duração e intensidade, classificada em três níveis:


 Leve: 70 a 50 mg/dL
 Moderada: 50 a 36 mg/dL
 Severa: abaixo de 36 mg/dL

 

A hipoglicemia severa é um estado grave, que requer atendimento médico urgente.

 

Causas

 

O principal problema resulta do fornecimento inadequado de glicose para o cérebro, provocando a alteração de sua função. Entre as principais causas, podemos citar:

 

Medicação em excesso

Aumento de atividade física ou exercícios físicos não previstos

Jejum ou alimentação insuficiente, mantendo a medicação
Vômitos ou diarreia, também mantendo a medicação

Produção excessiva de insulina

Erro inato do metabolismo

Consumo de bebidas alcoólicas

Deficiências hormonais

Alterações do metabolismo associadas à infecção e falência de órgãos

 


Sintomas

Os sintomas variam de paciente para paciente e, também, em função da gravidade do problema, podendo ocorrer:


 Sensação de fraqueza ou fome
 Tonturas
 Tremores, palpitações
 Sudorese, pele fria
 Convulsões
 Perda de consciência
 Alterações na visão

 

 


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Última atualização: 15/03/2016
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